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Bolsas da Europa fecham em alta acompanhando o bom humor com balanços nos EUA


Os maiores ganhos ficaram com as ações de energia, que subiram puxadas pela valorização do petróleo

As bolsas europeias fecharam em alta nesta segunda-feira (18), acompanhando o bom humor das bolsas na sessão americana, que recebem suporte de balanços trimestrais positivos nos EUA.

Após ajustes, o índice Stoxx Europe 600 fechou em alta de 0,93%, a 417,63 pontos. O FTSE 100, índice de referência da bolsa de Londres, subiu 0,90%, a 7.223,24 pontos, enquanto o DAX, de Frankfurt, avançou 0,74%, a 12.959,81 pontos, e o CAC 40, de Paris, ganhou 0,93%, a 6.091,91 pontos. Em Milão, o FTSE MIB fechou em alta de 1,13%, a 21.169,12 pontos, e o Ibex 35, de Madri, avançou 0,22%, a 7.963,10 pontos.

Em Nova York, as bolsas recebem suporte de um relativo otimismo, alimentado pelos resultados trimestrais do Goldman Sachs, divulgados hoje. A ação do banco opera em alta de 3,04% depois que a companhia reportou uma queda de 47% nos lucros, mas ainda assim foi uma queda menor do que se esperava.

Acompanhando o bom humor em Wall Street, as ações do setor bancário europeu – de maior peso no Stoxx 600 – fecharam a sessão em alta de 2,13%, perto da ponta positiva entre os setores do índice pan-europeu. Os maiores ganhos, porém, ficaram com as ações de energia, que subiram 2,78%, acompanhando as altas nos preços do petróleo.

Nesta terça-feira (19), a atenção se volta para os dados de inflação ao consumidor da zona do euro e podem influenciar a decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE), que será divulgada na quinta-feira (21).

Também na quinta-feira, o gasoduto Nord Stream 1 termina o seu período de manutenção em meio a rumores de que a Rússia pode não voltar a fornecer gás ao velho continente após o período. Agências de notícias informam que a estatal russa Gazprom declarou força maior na dificuldade de fornecimento de gás para o continente.

“É possível que a oferta por gás permaneça incerta por um tempo”, afirmou o chefe global de estratégia de crédito do Deutsche Bank, Jim Reid, em nota. “Quaisquer que sejam os planos da Rússia para o abastecimento durante o outono e o inverno, podemos não conseguir entender completamente nos próximos dias e semanas”, afirmou Reid.

Com conteúdo VALOR PRO, o serviço de informação em tempo real do Valor Econômico



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