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Mercado: Bolsa e dólar 22 de julho de 2022


Acompanhe o movimento no mercado financeiro nesta sexta-feira

O Ibovespa começou a sessão desta sexta-feira em alta e pode terminar a semana no campo positivo. O índice vem em sequência de ganhos, acumulando avanços nas cinco sessões anteriores, quando ativos locais tiveram um período de alívio após fortes perdas recentes. Às 10h43, o Ibovespa avançava 0,52%, aos 99.546 pontos.

A Petrobras deve ser o foco de boa parte da atenção do mercado nesta sexta-feira. Ontem, após o fim dos negócios, a estatal informou que a produção de petróleo e gás natural caiu 5% no segundo trimestre em bases anuais, para 2,6 milhões de barris/dia. Já as vendas de derivados no mercado interno caíram 2,4% na mesma comparação, para 1,7 milhão de barris/dia. As exportações de petróleo recuaram 28,5%, a 531 mil barris/dia.

Cotação do dólar

Depois de fechar a quinta-feira no maior nível desde 24 de janeiro, o dólar abre o pregão desta sexta-feira em queda, negociado abaixo dos R$ 5,50. O movimento acompanha moedas pares de países emergentes que, assim como o real, enfrentaram uma semana de perdas diante de um cenário global mais avesso a ativos de risco.

Por volta das 9h55, o dólar recuava 0,79%, cotado a R$ 5,4535 no mercado à vista. Na mínima, foi a R$ 5,4530, minutos antes. Já o dólar futuro para agosto caía 0,83%, aos R$ 5,4640.

O índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de moedas de seis divisas principais, recuava 0,07%, aos 106,84 pontos. No mercado global, as divisas emergentes passam por uma correção. Assim, há pouco, o dólar recuava 0,22% contra o peso chileno; 0,44% ante o peso mexicano e 0,11% diante da lira turca.

Os temores de recessão, intensificados na véspera após o Banco Central Europeu (BCE) anunciar um aumento de suas taxas de 0,50 ponto percentual, acima do esperado, prejudicaram o desempenho dos ativos de risco nas últimas semanas.

Nesse cenário, olhando para o real, o Citi destaca que a economia brasileira enfrenta um cenário externo mais adverso. O fortalecimento adicional do dólar, combinado com as maiores preocupações sobre uma possível recessão nos EUA, levou os preços das commodities para baixo nas últimas semanas, exacerbando os impactos sobre o real.

“Internamente, as incertezas relacionadas à política fiscal podem aumentar à medida que nos aproximamos das eleições presidenciais de 22 de outubro. Portanto, esperamos o par dólar/real em R$ 5,42 até o fim de 2022 (de R$ 5,25 da previsão anterior). Apesar disso, as perspectivas para as contas externas permanecem saudáveis e esperamos um superávit comercial de US$ 50 bilhões em 2022 (3% do PIB), levando a um déficit em conta corrente de US$ 15 bilhões (1% do PIB)”, apontam os economistas do banco em nota enviada a clientes.

Com conteúdo VALOR PRO, o serviço de informação em tempo real do Valor Econômico



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